Remuneração não pecuniária

De acordo com pesquisa da Robert Half, 54% dos profissionais com formação superior planejam trocar de emprego este ano. Foram entrevistadas mais de mil pessoas com ensino superior completo e pelo menos 25 anos de idade. Do total, 69% querem mudar de organização, visando crescimento profissional e benefícios. Já 31% pretendem explorar um novo segmento ou mudar de carreira, buscando realização pessoal e qualidade de vida.

Bons profissionais vão mudar de emprego em função de ganhos maiores, o que é bem difícil de evitar. Por outro lado, salta aos olhos que quase 1/3 dos colaboradores desejam novas possibilidades, sonham com realização pessoal e qualidade de vida – questões mais simples de resolver. O foco desses profissionais é remuneração não pecuniária: reconhecimento e recompensa para comportamentos alinhados à cultura da empresa, meritocracia, horários flexíveis, híbridos ou home office; possibilidade de escolha ou divisão das férias, acompanhar o crescimento dos filhos, entre outras possibilidades. Uma solução simples, como um programa de recrutamento interno, pode oferecer as novas possibilidades profissionais e até viabilizar uma transição de carreira dentro da própria empresa.

No século XXI, o colaborador tem que cumprir as entregas com qualidade e ser produtivo. O restante é negociável. Claro que existe hierarquia e as prioridades da empresa, mas a relação colaborador-gestor é uma parceria construída conforme os méritos individuais, critérios objetivos e negociados.

Gestor(a), se você deseja reter os talentos na sua empresa, contrate a LCGRH, coordenada por Léia Cordeiro, e descubra como isso é possível.

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