O momento do feedback costuma ser tenso e/ou cheio de expectativas para qualquer colaborador. É fundamental que o feedback seja realizado sobre atribuições, competências e metas negociadas, com indicadores claros e que o colaborador tenha compreendido totalmente o que se espera dele.
Todo bom feedback exige observação prévia, evidências, dados e fatos e um roteiro predefinido. Pode-se começar perguntando ao colaborador sobre uma situação específica ou ainda uma retrospectiva e/ou histórico, que aponte de forma objetiva o fato ocorrido (positivo ou de melhoria). Desta forma, a partir do que ele trouxer, das suas ponderações, o líder precisa praticar a escuta ativa, prestando atenção e sendo empático; deve fazer as observações cabíveis, reforçar a as questões negociadas e terminar perguntando “a partir daquele feedback, o que ele irá fazer? Se tiver algum ajuste, o líder faz as considerações finais. A confiança é a base para um feedback assertivo. O tom deve ser equilibrado, tranquilo e firme, nunca ameaçador.
Um grande erro a ser evitado é tratar os fatos com dois pesos e duas medidas. Dar destaque a um pequeno erro e ignorar um grande acerto. Ninguém é pago para trabalhar mal, mas desempenho diferenciado merece destaque. A(o) líder deve compreender que existem remunerações não pecuniárias no trabalho: o reconhecimento é tão importante quanto um aumento para determinadas pessoas.
Gestor(a), você acredita que o feedback não é adequado na sua empresa? Contrate a LCGRH, coordenada pela Léia Cordeiro, e descubra quanto um bom feedback pode impulsionar o desempenho dos colaboradores.
No quarto e último encontro do Programa de Desenvolvimento de Lideranças do
































































