Três em cada dez pessoas no Brasil se sentem desconfortáveis em ter mulheres como líderes, de acordo com a pesquisa Atitudes Globais pela Igualdade de Gênero – resultado bem acima da média mundial que é de 17%.
Empresas mais tradicionais e que ainda não têm políticas de diversidade costumam não promover e reagir negativamente ao avanço de colaboradoras até o topo da carreira. Fato que demonstra que, além de capacitar as mulheres para posições de liderança, também é preciso preparar a organização para que as novas líderes sejam aceitas com naturalidade.
Nesse contexto, a Estruturação de um Programa de Desenvolvimento de Lideranças Femininas e a implantação de Políticas de Diversidade são os melhores caminhos para mudar essa realidade.
Gestor(a), você percebeu que esse problema também acontece na sua empresa? Contrate a LCGRH, coordenada por Léia Cordeiro, para resolver essa situação definitivamente.
No quarto e último encontro do Programa de Desenvolvimento de Lideranças do

































































