É muito comum nos filmes americanos vermos a cena de uma pessoa demitida levando uma caixa com os pertences pessoais e acompanhada pelos seguranças até a saída da empresa. Na vida real, quantas vezes testemunhamos pessoas sendo maltratadas e até destruídas emocional e psicologicamente numa demissão. É esse o cenário ideal para uma empresa que se preocupa com a própria reputação, que deseja cristalizar a imagem de Employer Branding e de que possui uma Cultura com valores humanísticos? Com certeza, não.
O desligamento humanizado e responsável complementa a Política de Recrutamento e Seleção e é uma oportunidade de aprendizado para a organização e para o profissional que está sendo demitido. Existem alguns passos que precisam ser respeitados: a comunicação da demissão deve ser feita com total empatia e em particular, a confidencialidade precisa ser mantida, é recomendável o oferecimento de suporte adicional (serviços de recolocação, orientação de carreira e pessoal), é imprescindível o pagamento integral de benefícios e a busca do feedback construtivo. Se receber um tratamento ético e respeitoso, o profissional pode até ficar magoado com o desligamento por um tempo, mas jamais se tornará um detrator da empresa.
Gestor(a), os processos demissionais estão abalando a confiança dos colaboradores na sua empresa? Contrate a LCGRH, coordenada por Léia Cordeiro, e resolva definitivamente essa situação.
No último dia 4 de março, Léia Cordeiro, coordenadora da LCGRH, teve

































































