Com certeza. É importante deixar claro para os colaboradores que a empresa acredita no processo de sucessão das lideranças e que todos podem se desenvolver para assumir essa posição. Faz-se necessário criar um Programa de Formação de Novas Lideranças, o qual deve estabelecer os critérios de avaliação dos candidatos que desejam ser os novos líderes da organização e, ao mesmo tempo, definir que tipo de habilidades, competências e requisitos, como, por exemplo, formação, experiências, conhecimentos, entre outros aspectos, são necessários para cada cargo de liderança da empresa. É óbvio que o gerente industrial precisa de conhecimentos e habilidades muito diferentes do gerente de marketing e vice-versa. Por outro lado, existem valores que devem ser comuns a todas as áreas, como inteligência emocional, resiliência, iniciativa, liderança e gostar de trabalhar em equipe.
Uma vez que potenciais candidatos a liderança manifestem o interesse e/ou sejam identificados pela empresa, é necessário fazer a análise do perfil, avaliar o momento profissional e pessoal, mapear a trajetória que cada um deve percorrer para ficar “pronto” para ocupar o cargo desejado. É fundamental ressaltar que os critérios técnicos e comportamentais devem se sobrepor as preferências pessoais na escolha das lideranças. Se a afinidade superar a competência, o Programa de Formação de Novas Lideranças vai perder credibilidade e o resultado será muito negativo para a organização.
Para garantir a neutralidade e justiça na avaliação dos postulantes aos cargos de liderança, o melhor caminho é contratar uma assessoria externa. A LCGRH, coordenada por Léia Cordeiro, tem grande experiência no desenvolvimento e na condução do processo de avaliação de lideranças. Marque agora uma reunião e descubra como transformar o Programa de Formação de Novas Lideranças em um importante diferencial competitivo para sua empresa
Os melhores resultados sempre acontecem a médio e longo prazo, mas a