Empresas têm apostado na diversidade étnica, de renda e de orientação sexual. A Força de Trabalho Multigeracional também está em forte crescimento. Na teoria, os prognósticos são muito bons: vários tipos de consumidor representados na empresa, diversas linhas de pensamento, estímulo à inovação e ao aprendizado. A prática pode ser bem diferente: choque de valores, falta de afinidade, grande dificuldade de comunicação e expectativas extremamente diferentes das gerações em relação ao trabalho e a empresa.
Como fazer essa orquestra, que reúne baby boomers (que estão sendo recontratados), geração X, Y, Z e Alpha (já pode ser menor aprendiz desde 2.024), tocar afinada? Como transformar essa diversidade em um diferencial competitivo? Em primeiro lugar, é preciso transformar a Gestão de Pessoas em uma área estratégica de fato. A Gestão de Pessoas precisa ter o mesmo peso e cuidado que é dado ao Marketing, Vendas ou Finanças. Na sequência, vem planejamento, orçamento adequado, comunicação assertiva e interação. Dessa forma, as diferentes gerações vão encontrando afinidades e estabelecendo relações sólidas. Um exemplo clássico é a geração Alpha ensinando tecnologia aos baby boomers, que por sua vez emprestam credibilidade, segurança e paciência para os mais novos.
Para explorar toda a possibilidade que a Força de Trabalho Multigeracional oferece para a sua empresa, contrate a LCGRH, coordenada por Léia Cordeiro. Com a estratégia adequada, o conflito entre gerações é transformado em colaboração geracional.
No último dia 4 de março, Léia Cordeiro, coordenadora da LCGRH, teve

































































